ACEB acompanha assembleia da rede municipal de Salvador e reforça luta pelos direitos dos professores

A ACEB esteve presente na assembleia desta manhã (14/07) que discutiu os rumos da greve dos trabalhadores em educação da rede municipal de Salvador. Após 70 dias de paralisação, o prefeito finalmente apresentou uma proposta – que agora será avaliada pela categoria. 🗓️ Próximo passo: Na quarta-feira (17/07), os professores se reúnem novamente para deliberar sobre os termos oferecidos pela gestão municipal. A ACEB segue firme na mobilização, monitorando cada detalhe dessa negociação. Nossa luta continua até que os direitos dos educadores sejam respeitados! 👉 Fique por dentro: Acompanhe nossas redes sociais e o site para atualizações sobre as decisões e os próximos passos. Juntos somos mais fortes!#ACEBnaluta 📌 Leia mais sobre a assembleia: Trabalhadores em educação de Salvador completam 70 dias de greve e aprovam contraproposta em assembleia lotada
Trabalhadores da Educação de Salvador rejeitam acordo e mantêm greve por tempo indeterminado

Na assembleia realizada nesta quarta-feira (18), os profissionais da educação municipal de Salvador decidiram, de forma unânime, NÃO aceitar a proposta de acordo apresentada pela Prefeitura. A categoria avalia que o oferecido não atende às principais reivindicações, especialmente no que diz respeito à recomposição salarial e à valorização profissional. Diante da insatisfação, a greve continua por tempo indeterminado, reforçando a mobilização em defesa de melhores condições de trabalho e remuneração justa. A ACEB (Associação Classista de Educação e Esporte da Bahia) apoia a luta dos educadores e ressalta a importância da união da categoria para pressionar por avanços reais. #AcebDeLuta✊🏽#GreveLegal Fonte: Comunicação ACEB e APLB-Sindicato Acompanhe as fotos da assembleia Fotos: Jorge Thadeu! 🔗 Acompanhe as atualizações no site: acebqualifica.org.br Contato para imprensa:E-mail: [email protected]: (71) 3901-2390 | WhatsApp: (71) 99178-9141 Redes sociais da ACEB:
@acebqualifica Rede Municipal de Salvador: Greve continua!

Saindo da assembleia da rede municipal de ensino de Salvador, com a decisão: a greve continua! Bruno, a culpa é sua!
E a ACEB segue apoiando a categoria na busca pelos seus direitos e respeito à lei 11.738/2008!
#ACEBnaluta!
Seminário na UNEB debate impactos da nova Lei 9.865/2025 para docentes da rede municipal de Salvador

Na tarde desta terça-feira (04/06), foi realizado um seminário na Universidade do Estado da Bahia (UNEB), campus Cabula, para discutir os efeitos da nova Lei 9.865/2025 na carreira dos profissionais da educação da rede municipal de Salvador. O evento, promovido pela APLB Sindicato, reuniu educadores, especialistas e gestores para analisar as mudanças trazidas pela legislação e seus reflexos no cotidiano escolar. A nova lei, sancionada este ano, altera pontos importantes da estruturação da carreira docente, incluindo jornada de trabalho, progressão funcional e condições de remuneração. Durante o seminário, foram destacados tanto os avanços quanto os desafios que a norma traz para os profissionais da educação. Palestrantes convidados abordaram temas como a valorização profissional, os direitos trabalhistas e as estratégias para garantir que a implementação da lei ocorra de forma justa e eficiente. Além disso, os participantes tiveram espaço para tirar dúvidas e compartilhar experiências, reforçando a importância do diálogo entre a categoria e os gestores públicos. O evento reforçou a necessidade de acompanhamento contínuo das mudanças legais e a mobilização coletiva em defesa de uma educação pública de qualidade, com condições dignas para os trabalhadores em educação. Para mais informações sobre as discussões e encaminhamentos do seminário, acompanhe as atualizações no site da entidade sindical.
Professores Municipais de Salvador Mantêm Greve e Exigem Revogação da Lei 9.865/2025

A Lei 9.865/2025 é alvo de críticas por incorporar gratificações e benefícios variáveis ao cálculo do salário base, confundindo vencimento básico com remuneração total — uma prática expressamente proibida pela Lei Federal 11.738/2008. A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) alerta que a manobra da Prefeitura descaracteriza o piso salarial como vencimento mínimo, ferindo a valorização profissional. “O piso não é um pacote de benefícios, é o salário-base inicial do professor. A Prefeitura está maquiando os rendimentos para dizer que cumpre a lei, quando na realidade reduz o valor real”, denuncia Marilene Betros, dirigente da entidade sindical. Greve Mantida com Amplo Apoio Apesar das pressões, as assembleias da categoria mantêm a greve com mais de 70% de apoio, segundo a APLB. Professores seguem em protesto na Prefeitura e na Câmara Municipal, exigindo: Prefeitura Ignora Decisões Judiciais e Alertas A gestão municipal tenta criminalizar o movimento, mas os professores já obtiveram decisões judiciais favoráveis que reconhecem a legalidade da greve. O Tribunal de Contas do Estado (TCE) e o Ministério Público já apontaram irregularidades na aplicação da Lei 9.865/2025, mas o governo insiste na estratégia de confundir remuneração total com vencimento básico. CNTE e Entidades Nacionais Apoiam a Luta A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) emitiu nota de apoio, classificando a lei municipal como “um golpe contra o piso nacional”. “Salvador virou símbolo da resistência contra governos que distorcem a lei para sonegar direitos”, diz trecho do documento. Próximos Passos: Assembleia Define Futuro da Greve A entidade sindical convocou nova assembleia para esta semana, onde avaliará possíveis propostas do governo ou definirá ações mais contundentes. “Não aceitaremos migalhas. Ou revogam a Lei 9.865/2025 e cumprem o piso, ou a greve continua”, afirma Betros. Enquanto isso, as aulas seguem suspensas em diversas escolas, e a categoria reforça: “Não somos grevistas por escolha, mas por necessidade. Lutamos por uma educação digna e pelo respeito à lei federal!” Acompanhe as informações oficiais: #RevogaLei9865 #PisoÉVenctoBásico #GreveDocenteSalvador
Greve dos Professores de Salvador: Prefeitura insiste em violar a lei do piso

A greve dos professores da rede municipal de Salvador continua, e a Prefeitura continua desrespeitando a Lei nº 11.738/2008 (Lei do Piso Nacional do Magistério). Após recuar da proposta inicial de 4% parcelados, o governo municipal apresentou uma nova maquiagem financeira que: ✖ Aplica reajustes desiguais por níveis (9,25% a 6,27%), criando divisão na categoria.✖ Ignora o vencimento básico, exigido por lei, e insiste em calcular os percentuais sobre a remuneração total. A ACEB DENUNCIA: UMA MANOBRA ILEGAL! A proposta do prefeito:1️⃣ Fere o princípio da isonomia, ao criar percentuais diferentes para a mesma carreira.2️⃣ Desestrutura a carreira docente, perpetuando defasagens salariais.3️⃣ Desconsidera sentenças do TJ-BA, que já garantiram o direito ao piso como vencimento básico para outros professores. “Não aceitaremos migalhas! A lei é clara, e a Justiça já nos deu razão.”Marinalva Nunes, presidente da ACEB NOSSA RESPOSTA: LUTA EM TODAS AS FRENTES! COMO APOIAR? 🔹 Professores: Mantenham-se firmes na greve e participem dos atos de mobilização.🔹 Comunidade: Divulgue a causa e pressione nas redes.🔹 Imprensa: Cobrem transparência da Prefeitura.
Bruno Reis tenta intimidar e chantagear professores grevistas com antecipação de contracheques apresentando descontos

A antecipação dos contracheques dos professores da rede municipal de Salvador, anunciada pelo prefeito Bruno Reis, escancarou uma tentativa de intimidação aos profissionais da educação em plena campanha salarial. A medida, que expôs os descontos pelos dias de greve, é vista pela categoria como uma ação para desmobilizar a luta por um direito básico: o pagamento do piso salarial nacional. Para a professora Marinalva Nunes, presidente da Associação Classista de Educação e Esporte da Bahia (ACEB), essa manobra da prefeitura não representa gestão, mas chantagem. “É uma tentativa clara de enfraquecer o movimento grevista e jogar a população contra os professores. Mas a categoria está mobilizada, firme, e consciente de que a luta é justa e legal”, afirma. Reajuste sem base A prefeitura afirma estar cumprindo a legislação ao anunciar reajustes que, somados às gratificações, supostamente alcançariam o valor do piso nacional. No entanto, a proposta enviada à Câmara Municipal não altera o salário base dos professores – que é o que determina o cumprimento da lei. Segundo a Portaria MEC nº 77/2025, o piso salarial nacional dos professores para uma jornada de 40 horas semanais deve ser de R$ 4.867,77. Em Salvador, o salário base dos docentes é de apenas R$ 3.072,88. Com o reajuste de 9,25% proposto para os professores de Nível 1, Referência A, esse valor chegaria a aproximadamente R$ 3.358,00 – ainda muito abaixo do mínimo legal. A presidente da ACEB denuncia que o Executivo municipal tenta maquiar os números. “Eles querem fazer parecer que estão pagando o piso ao incluir gratificações que podem ser retiradas ou modificadas. Isso não cumpre a lei, que exige o reajuste sobre o salário base, não sobre a remuneração total.” Categoria mobilizada A greve da rede municipal de ensino, iniciada no começo de maio, segue com forte adesão. A categoria reivindica, além do reajuste real do salário base, melhores condições de trabalho e respeito à valorização profissional. O sindicato que representa os professores já rejeitou a proposta da prefeitura. Em vez de dialogar de forma transparente, a gestão municipal opta por medidas que só acirram os ânimos. A publicação antecipada dos contracheques com os descontos da greve não foi um gesto administrativo, mas uma tentativa de desestabilizar a luta da categoria. “Estamos diante de um governo que, ao invés de valorizar os educadores municipais, prefere recorrer à pressão e à desinformação”, critica Marinalva.
Professores da Uneb mantêm greve que já dura dois meses

Em nova proposta a ser enviada ao governo do estado, eles pedem pagamento de 5,9% de reajuste no salário base de 2019
Confederação propõe greve dos trabalhadores em educação do Brasil

Com mais de 4 milhões de trabalhadores em sua base, CNTE quer paralisação contra a “reforma” da Previdência e em defesa da educação pública